sábado, 26 de fevereiro de 2011

stay with me a lifetime.

É real demais tudo o que eu sinto agora, e ainda assim, acredito que seja um sonho,
do qual pretendo não mais acordar.
Fique comigo a vida inteira, assim eu não terei porque mais chorar ou reclamar, afinal, eu terei você e não há nada que eu queira ou precise além disso.

domingo, 20 de fevereiro de 2011

É incrível como meu dia se torna lindo quando acordo e lembro que sonhei com você. 

(Larissa Bispo)

sábado, 19 de fevereiro de 2011

Entra Aspas: eu sei como é tudo isso.

Eu sei como é se segurar e deixar para chorar só quando ligar o chuveiro, assim ninguém percebe. Eu sei como é refletir sobre a vida antes de dormir e se certificar de que ninguém está ouvindo para começar a soluçar.
Eu sei como é sofrer tão dolorosamente que as vezes você precisa fingir que vai ao banheiro, ou beber água, apenas para lavar o rosto e se recompor. Eu sei como é ter os olhos úmidos e aquele medo de que não seja forte o suficiente para segurar as lágrimas quando está em público.
Eu sei como é sentir aquele nó enorme na garganta, que te sufoca, até que você cede e chora. Eu sei como é sentar na cama, pegar o travesseiro e chorar tanto, mas tanto, que se surpreende com o rio que terá que esconder da sua família.
Acredite, eu sei como é tudo isso.

beijos @daianecarolina ;)

quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011

Dear heart,why him?

Eu sempre me orgulhei de não ser como as outras garotas. Pensando bem, eu sou exatamente como as outras garotas, apenas me orgulhava de não querer as mesmas coisas que elas. Passei cada minuto da minha vida tentando não ser como as outras garotas. E o que eu quero dizer com isso? Quero dizer que eu gostava e me apaixonava, mas não o suficiente para deixar qualquer pessoa tomar meus pensamentos 24 horas por dia. Ok,estou mentindo,sempre aconteceu isso. Sempre me apeguei muito fácil as pessoas e acho que elas não perceberam isso. Mas,em relação á garotos,ilusão é a palavra e o sinônimo dela é sofrer. Nunca me impedi de chegar em casa e despejar meu cansaço no sofá para só então, reorganizar meus pensamentos e ir despejá-los junto a água que escorria do meu corpo debaixo do chuveiro. Eu nunca disse “eu te amo” para nenhum garoto,e acho que isso é o que me deixa frustrada. Eu quero dizer "eu te amo" pra você. Mas,entenda: estou cansada de sofrer e por isso prefiro sofrer agora,enquanto esse amor é platônico do que quando eu já estiver totalmente envolvida,sem você ao menos saber. 
Ninguém é capaz de entender como é sentir aquele medo do ciclo viciante do amor. Você observa. Você tenta se aproximar. Você pede ajuda. Você ama e você sofre. E muito. Acho que me tornei uma pessoa fria com o passar do tempo,simplesmente cansei de me apaixonar,de sofrer e  de me iludir por pessoas erradas.
Agora, o que eu desejo é  ser exatamente como as outras. Desejo gritar “eu te amo”. Andar de mãos dadas. Abraçar como se fosse morrer e fazer sexo de mente vazia. Aquela que só espera um sinal, uma mensagem, um “pode vir”, para se jogar de braços abertos e olhos fechados. Só não sabe como. Aquela cujo pensamento ele ocupou e tornou o medo tão mesquinho e sem sentido. Aquela que largaria tudo para trás, só para viver o amor, assim como as outras. Por que agora tudo o que eu quero é viver a loucura. Quero ser feliz,apenas isso.


Partes do Texto: Depois dos Quinze - Bruna Vieira.
Adaptação: Daiane Carolina.

segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011

As coisas mudam,

Depois de um tempo você começa a perceber que nada nessa vida é pra
sempre e que tudo pode de alguma forma ser mudado, percebe também que
as pessoas mudam, que os pensamentos mudam, e que se você não mudar, a
vida muda você .

sábado, 12 de fevereiro de 2011

Entra Aspas: tudo vai ficar bem

Apresento-lhes, já no título, a maior mentira em forma de frase que já caminhou pela Terra. Não, querida. Não vai ficar tudo bem. Somos sempre obrigados a acreditar que, quando alguém fala isso conosco, magicamente o mundo se torna um lugar melhor. Não, ele continua girando e nada muda. Os diretores adoram colocar essa frase nos filmes.
Reparem que é sempre quando algo muito ruim está acontecendo. Algo como a namorada do mocinho amarrada com uma arma apontada na cabeça; e ele, também amarrado, dizendo isso a ela. Ou o marido que está indo para a guerra dizendo isso à sua esposa. A arma vai disparar, o marido vai morrer. Ambos verão seu próprio sangue escorrendo pelo chão. Não ficou tudo bem. Mentiram pra eles assim como mentiram pra você. Disseram que tudo ia ficar bem quando seu cachorro morreu, quando sua avó foi internada, quando seus pais se separaram, quando seu namorado te traiu, quando você reprovou um ano. Por que não te disseram isso antes? Por que não dizem que tudo vai ficar bem enquanto tudo está bem? Isso encorajaria mais as pessoas. Imagine alguém chegando pra você, num momento corriqueiro de sua vida, dizendo: “vai continuar tudo bem”.
Você guardaria aquele momento para sempre no seu coração. Mas isso nunca acontece. As pessoas têm a mania de oferecer essas malditas palavras quando sua vida está uma merda completa. Ninguém nunca se dá conta do impacto dessas palavras. Mesmo assim, a insistência continua. Isso se tornou tão banal quanto encontrar com alguém pela calçada e perguntar “oi, fulano, tudo bom?”, e o fulano responder “tudo bom, e você?”. A essa altura, vocês já passaram um pelo outro. Ninguém nunca responde o último “tudo bom, e você?”. Esse fulano pode ter acabado de voltar de um enterro e, automaticamente, responde “tudo bom”. Na sua mente, completa a frase com um “apesar de tudo”. Mas, aparentemente, todo mundo está bem. E a maior mentira já oferecida às pessoas continua ao nosso redor.
No momento em que alguém nos diz isso, algo dentro de nós pensa, inexoravelmente: “como seria bom se realmente ficasse tudo bem”. Inconscientemente, sabemos que não vai ficar. O jeito é aceitar, por nós mesmos, a situação consolidada. A aceitação de determinado fato é individual. Ninguém nunca vai saber como é estar no seu lugar. A situação pode ser parecida, mas o sentimento que aquilo provoca em cada pessoa nunca é igual.
Por: Blog Depois dos Quinze - Bruna Vieira.
beijos galerê.

quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011

muitos dizem..

que a distância atrapalha, e que por causa dela o amor não existe, mais é justamente por causa da distância que os beijos começam a ser sonhados e os abraços tão desejados.
 Os encontros tornam-se desejos e o coração passa a ser um só. A solidão pode até bater em sua porta, uma ou duas vezes. Mais a certeza de ter um ao outro,alguém ao seu lado e que você tem certeza que a ama  acaba com qualquer solidão. Os planos começam a ser feitos, com a certeza de que serão cumpridos. 

domingo, 6 de fevereiro de 2011

Me irrite. Me faça ciúmes. Me diga que estou sendo chata. Me diga que sou grossa. Me morda. Me faça cócegas. Me fale coisas lindas. Me faça sorrir. Me abrace. Me ligue. Me faça sonhar. Me faça uma música. Me diga qualquer coisa com essa sua voz linda. Me diga que vai sair com outra, e apareça de surpresa. Me mostre a realidade. Me dê conselhos, daqueles que só você sabe. Me dê esperanças, mas só se for se realizar. Me deseje sorte. Me ame. Mas o principal, se não pretende fazer essa ultima coisa, me faça te esquecer. 
É justo.

quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011

Entre Aspas: por uma vida menos ordinária '

Esses dias eu conheci um mocinho na balada. Muito educado, gracinha, alguns anos mais jovem. A aproximação dele aconteceu de forma direta e gentil, muito bem orientada. Desde o início ele sabia o que queria e exalava a confiança (talvez proveniente da extrema beleza) de que podia qualquer coisa que quisesse… Alguns minutos conversando comigo, ele tentou um beijo. Não dei.
Não sei dizer ao certo porque sequer troquei telefone com ele. Talvez — apesar do meu desejo — eu tenha usado aquela situação pra refletir e perceber que o discurso feminista que a gente sustenta tanto, aquele mesmo da independência e iniciativa feminina, pode gerar o efeito contrário muitas vezes.
A gente estava tendo uma conversa deliciosa… Mas quando o amigo chegou com seu olhar de reprovação vc-tá-nessa-ainda e o moço se deu conta que havia passado 30, 40 minutos conversando apenas comigo em uma boate lotada de gente (leia-se muitas possibilidades) retraiu-se. Fui educada e simpática, agradeci a companhia e saí.
Por que contar essa história? Porque eu acho que toda mulher merece um cara que gaste mais de 40 minutos, insistindo, conhecendo e se deixando conhecer antes de tentar colocar a língua dentro da boca dela. Nada contra a filosofia do "ficar"… Mas é que hoje eu vejo que a nossa vida perdeu boa parte do romance. E da corte, do flerte, da conquista, da sedução… As relações são quase todas fast-foods, e a gente tem tanta fome de viver, que vai atropelando fases e vai atropelando tudo. E mata — sem se dar conta — o tempo necessário pra perceber se aquela história podia ser mais… Se o cara era legal, ou você era legal… vai saber.
Eu acho que eu tô ficando careta. Nunca achei que eu fosse dizer isso, mas tô. Acho que a gente veio "deseducando" os homens durante todo esse tempo, e deixou tudo tão fácil, tão disponível e tão acessível que matou todo o encanto…
Por que simplesmente não beijar o cara quando estiver com vontade? Por que relutar em atender a cada desejo e necessidade nossa (inclusive sexual) no instante mesmo em que elas aparecem? Afinal, não somos mulheres modernas? Respondo.
Porque depois de um tempo, a maioria de nós reclama de solidão e vazio. E não entende por que ele não percebeu que você é incrível e te convidou para a festa da empresa. E se sente abandonada, sozinha… Fazer um almoço completo, com uma salada gostosa, uma massa com molhos, temperos e a proteína escolhida, pode dar o trabalho de ir pegar os tomates frescos na feira, marinar o peixe, lavar as folhas, misturar condimentos, mas traz uma experiência e um sabor que não podem ser comparados ao de passar no drive-thru daquela loja de sanduíches e ingerir em dois minutos o cheeseburguer com bacon.
Eu não quero beijos fast-food, não quero sexo fast-food. O cheeseburguer pode ter lá o seu espaço e o seu charme, mas é barato, gorduroso, faz mal pro coração e deixa a gente se sentindo feia e inchada no dia seguinte. Como nós, os homens também querem ser sacudidos até perderem o juízo, também querem se sentir vivos. Também querem se apaixonar e — por mais que neguem — encontrar aquela que enlouquecerá suas cabeças. Me chamem de quadrada, mas eu não acho que vai ser a moça cuja língua ele conheceu antes mesmo de dar oi. A mesma moça que depois, em casa, vai ficar se perguntando porque histórias incríveis só acontecem no cinema.
(Ao moço dos olhos azuis que conheci numa noite de quarta em dezembro naquela boate do lago, saiba… eu teria dado o meu telefone a você.)
Texto por: Elenita Gonçalves Rodrigues tem 30 anos e é doutora em linguística, natural de BrasíliaDistrito Federal. 
beijos galerê :* 

quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011

 and when you are giving up on love, a person will come to make you believe again ...