sábado, 30 de abril de 2011

Eu quero o seu romance ruim...

É fato que todas as garotas do mundo querem alguém. E até os garotos querem alguém. 
Quem não quer uma pessoa para dormir abraçado, uma pessoa para ficar parado durante minutos te encarando e sorrindo? Quem não quer uma pessoa para discutir e depois fazer as pazes com um sexo selvagem com beijos e chocolates? Que garota não quer aquele garoto dos livros? 
Aquele que é perfeito em todas as páginas e consegue ser encantador até mesmo nas entrelinhas. E mesmo que muitas pessoas digam que não ligam para o amor, porque “você pode chegar lá sozinho” é sua frase do caderno da cabeceira, mesmo que muitas falem que não querem amar, porque machuca, elas querem.  E como querem. Todo romance é ruim, todas as coisas são ruins, e é exatamente por isso que as perseguimos. O que, no mundo todo, consegue ser bom sem ser ruim? 
Todas as coisas tem seu lado claro e escuro, as rosas são cheirosas, mas os espinhos machucam, e mesmo assim ficamos atraídos pelo perfume e aparência. O chocolate, então, nem se fala. Ele engorda, mas todos continuamos atrás dele, desesperadamente. Por que deveria ser diferente com o amor? Onde está a obsessão e a magia que fazia tudo funcionar antigamente? O amor une tudo e todos. E ter medo dele, é normal. Se apaixonar, mais normal ainda. 
E aproveitar o romance, é a melhor coisa da vida. Portanto, acho que no lugar daquela frase, na sua cabeceira deve ficar escrito simplesmente “eu quero o seu romance ruim”.

quarta-feira, 27 de abril de 2011

não faça nascer um sorriso..

Dizendo "te amo", para depois rolar uma lágrima dizendo "me esqueça."

sem motivos.

Dormir chorando, acordar com vontade de chorar. a amiga pisicologa, diz que é depressão, mas eu não acho que seja tanto. È só… é só como minha vida está agora. È só que as coisas mudaram muito, de um ano pra cá. E aos poucos a ficha vai caindo, derrepente eu gostava mais do jeito que as coisas eram antes. Mas é só questão de se adaptar e achar o meu caminho, como venho dizendo sempre. E esse tempo também não colabora. Tá certo que eu adoro frio e chuva, mas é muito mais fácil ser feliz no verão. Com esse tempo assim melancólico, parece que não há nada melhor a fazer do que se enfiar embaixo das cobertas, ver novela e se entristecer por um motivo ou outro. Garrafas e mais garrafas de cerveja também não vão ajudar. Me fechar no meu mundo. Só gostar da minha mãe,e no maximo minha melhor amiga e meu ídolo. 
Chorar sem motivo. Ver motivo onde não tem. Dormir mais do que deve. Rasgar velhas cartas e depois se arrepender. Pequenos cortes que nunca cicatrizam e um meio sorriso de quem sabe que isso, um dia, vai passar.

escrito por: bruna cristina terra.

sábado, 2 de abril de 2011

Não sou boa com números. Com frases-feitas. E com morais de história. Gosto do que me tira o fôlego. Venero o improvável. Almejo o quase impossível. Meu coração é livre, mesmo amando tanto. Tenho um ritmo que me complica. Uma vontade que não passa. Uma palavra que nunca dorme. Quer um bom desafio? Experimente gostar de mim. Não sou fácil. Não coleciono inimigos. Quase nunca estou pra ninguém. Mudo de humor conforme a lua. Me irrito fácil. Me desinteresso à toa. Tenho o desassossego dentro da bolsa. E um par de asas que nunca deixo. Às vezes, quando é tarde da noite, eu viajo. E – sem saber – busco respostas que não encontro aqui. Ontem, eu perdi um sonho. E acordei chorando, logo eu que adoro sorrir… Mas não tem nada, não. Bonito mesmo é essa coisa da vida: um dia, quando menos se espera, a gente se supera. E chega mais perto de ser quem – na verdade – a gente é.
Fernanda Mello.
Eu sou feita de sonhos interrompidos, detalhes despercebidos, amores mal resolvidos. Sou feita de choros sem ter razão, pessoas no coração, atos por impulsão. Sinto falta de lugares que não conheci, experiências que não vivi, momentos que já esqueci. Eu sou amor e carinho constante, distraída até o bastante, não paro por instante. Já tive noites mal dormidas, perdi pessoas muito queridas, cumpri coisas não-prometidas. Muitas vezes eu desisti sem mesmo tentar, pensei em fugir para não enfrentar, sorri para não chorar. Eu sinto pelas coisas que não mudei, amizades que não cultivei, aqueles que eu julguei, coisas que eu falei. Tenho saudade de pessoas que fui conhecendo, lembranças que fui esquecendo, amigos que acabei perdendo. Mas continuo vivendo e aprendendo.
Martha Medeiros